O professor belmontense Moisés Sant’ana foi nomeado como Coordenador Geral do Centro de Economia Solidária do Extremo Sul da Bahia (CESOL). Com uma trajetória destacada nos movimentos sociais, além de sua experiência como professor e especialista em Educação e Interculturalidade, Moisés chega com a missão de fortalecer a organização interna e garantir o cumprimento das metas estabelecidas para o desenvolvimento da economia solidária e popular na região. Segundo a entidade, Moisés Sant’ana terá como prioridade inicial “organizar a casa”, promovendo maior eficiência no trabalho do centro e consolidando ações que beneficiem os empreendimentos e trabalhadores da economia solidária. Para isso, foi realizada nesta quinta-feira (06/02) uma reunião de alinhamento com a equipe, reafirmando o compromisso coletivo com o fortalecimento desta política pública no Extremo Sul da Bahia.

A indicação de Moisés foi feita pelo vereador Tiago Maciel, um dos líderes do PCdoB na Câmara Municipal de Porto Seguro, e aprovada pelo Superintendente Estadual de Economia Solidária, Wenceslau Jr., e pelo chefe de Gabinete do Secretário Estadual de Emprego, Renda e Esporte, Juremar Oliveira. A nomeação foi realizada pela Organização Social Josué de Castro, que administra todos os centros comunitários da Bahia e presta serviço para o estado. “Agradeço a Maciel, ao PCdoB e a todos que confiaram em mim e me deram essa missão tão importante. Estou muito feliz e me esforçarei para contribuir ao máximo para o desenvolvimento da nossa comunidade.”, declarou Moisés.

Sobre os Centros Públicos de Economia Solidária (CESOL’s)
Os CESOL’s são espaços multifuncionais públicos, de caráter comunitário, destinados a articular oportunidades de geração, fortalecimento e promoção do trabalho coletivo baseado na Economia Solidária. Eles são mantidos por meio de parcerias entre o poder público e a sociedade civil organizada, contando com o apoio da Secretaria Nacional de Economia Solidária (SENAES/MTE) e da Rede Brasileira de Gestores Públicos da Economia Solidária.

Esses centros oferecem suporte técnico para fomentar o trabalho e a renda dos empreendimentos, além de promover formação, assistência técnica, divulgação, comercialização, acesso a crédito, expressão cultural e articulação social e política. Atualmente, a Bahia conta com 17 Centros Públicos de Economia Solidária, desempenhando um papel essencial na consolidação desta política pública no estado.