A cultura na Costa do Descobrimento ganha um novo e robusto capítulo de fortalecimento, e a cidade de Belmonte tem motivos de sobra para se orgulhar. A Associação Banda Filarmônica Terra Mater acaba de ser contemplada no Ciclo II da Política Nacional Aldir Blanc (PNAB) – Apoio às Bandas Filarmônicas, garantindo mais R$ 50 mil para suas atividades. Somado ao valor obtido no primeiro ciclo, a instituição alcança a marca de R$ 100 mil em recursos públicos captados. Por trás desse sucesso institucional, destacam-se a liderança e a competência técnica de dois filhos de Belmonte: o maestro e presidente Ronald Magnavita Filho e o consultor Raí Silva da Cruz.


O avanço financeiro e institucional da Filarmônica Terra Mater é fruto de um criterioso planejamento estratégico comandado pelo belmontense Raí Silva da Cruz. Assistente Social e Pedagogo, Raí é especialista em elaboração, gestão e captação de recursos para projetos sociais, culturais e educacionais.
Com uma sólida formação que inclui pós-graduações em Gestão de Serviços Públicos, Perícia Judicial e Extrajudicial, além de Serviço Social na Saúde, o profissional tem se consolidado como um dos grandes nomes do terceiro setor na região. Com esta nova aprovação, o histórico recente de captação liderado por Raí já ultrapassa a impressionante marca de R$ 500 mil destinados a iniciativas culturais e sociais na Costa do Descobrimento.
Raí Cruz também carrega no currículo uma atuação marcante na reestruturação da tradicional Filarmônica 15 de Setembro, em sua terra natal, onde foi peça-chave no fortalecimento administrativo e estratégico da entidade nos últimos anos. “Essa nova aprovação demonstra que planejamento, compromisso e responsabilidade geram resultados. Agradeço ao presidente Ronald Magnavita pela confiança e oportunidade de contribuir tecnicamente”, destacou Raí Cruz.


À frente da Terra Mater está outro belmontense de destaque: o maestro, diretor musical e presidente Ronald Magnavita dos Santos Filho (hoje também cidadão portosegurense). Sob a sua gestão, a filarmônica vem se consolidando como uma das principais referências em inclusão social e formação musical gratuita para crianças, jovens e adultos da região. Os recursos captados garantem a sustentabilidade de projetos essenciais, como as oficinas gratuitas e as atividades da Escola Social de Música Filipe Fonseca, mantida pela associação.
Emocionado com o novo passo, o maestro Ronald Magnavita Filho fez questão de registrar o agradecimento ao conterrâneo e parceiro de jornada: “Agradeço ao amigo, irmão e profissional Raí Cruz pelo apoio desde o início de todo esse sonho na implantação da nova filarmônica de Porto Seguro, por proporcionar as condições financeiras para o andamento dos trabalhos da nossa Escola Social de Música.”


A trajetória da Filarmônica Terra Mater reafirma que a união entre a sensibilidade artística e a gestão técnica qualificada é capaz de transformar recursos públicos em oportunidades reais de desenvolvimento humano. Com o DNA de Belmonte fortemente presente em sua estrutura, a instituição segue preservando a rica tradição das bandas filarmônicas e abrindo portas para as novas gerações da Costa do Descobrimento.