No último 07 de Setembro, Belmonte viveu dois extremos do que significa manifestação de liberdade, onde o Prefeito Bebeto Gama, que pregou em sua vitória que Belmonte estava livre da “ditadura”, preferiu não realizar nenhum evento comemorativo com medo de manifestações contra o seu governo, enquanto o ex-candidato a Prefeito Alex Santos promovia, por conta própria e com ajuda de amigos, uma caminhada, reivindicando os direitos dos belmontenses que, neste momento, estão esquecidos pelo prefeito atual.
A caminhada saiu por volta das 10:30Hrs da entrada da cidade, sob os acordes da Filarmônica 15 de Setembro, com vários veículos, bicicletas e acompanhantes, dirigindo-se às ruas da cidade, e com esse feito, despertando a população, que não teve a oportunidade de sequer, de vivenciar o hasteamento das bandeiras, no dia em que o povo brasileiro celebrou os 200 anos de Independência. Durante sua fala, Alex fez várias ressalvas, mostrando o triste momento em vive o município de Belmonte, fruto da falta de cuidados da gestão municipal, com as comunidades da zona rural, e a população da cidade. “A história de Belmonte está sendo menosprezada pela administração municipal. O povo não suporta mais esse descaso”, disse Alex Santos.

Por sua vez, a gestão do Prefeito Bebeto Gama preferiu ficar em silêncio e as manifestações da sua gestão se resumiram a uma mensagem postada nas redes sociais do gestor. Segundo fontes internas, o Prefeito da “Renovação” não realizou nenhum ato por medo de possíveis manifestações dos professores que, até hoje, cobram o reajuste de 33,24% do Piso Nacional do Magistério. Por sua vez, a gestão do Prefeito Bebeto Gama, segundo a APLB, já chamou os professores de golpistas, quer processar o coordenador do sindicato Igor Suzart e tenta colocar as manifestações dos professores na ilegalidade através de ações judiciais. A APLB ainda denuncia que o município de Belmonte está registrando um aumento de 43,74%, cerca de R$ 30,4 Milhões nas verbas da educação e que o Prefeito Bebeto Gama, visando “castigar os professores”, se nega a respeitar os direitos da categoria.